Rodrigo Freitas o Poeta - O Nauta)


16/09/2007


Expresso Palavreiro

Das quantas imagens vividas

surreais,pessoas peregrinas

até distraídas,percorriam a ingreme pista

 

 A própria luz que se via

clariava a sombra defronte

em um espaço ambíguo da vida

 

Mas sua estrada era longa

e seu andejar era de fonte contínua

A pouco o que se via,pessoas

das poucas imagens vividas

 

Em uma  corrente árida

seguia-se uma sina

destituir-se ou não

Momentos reflexivos

imagens da vida

 

Escrito por digo.freitas - O poeta às 05h53 PM
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29/06/2007


A Era

A era de seres imortais
escravos em falsos ideais
A era devassidão
do furto, do roubo
do acaso em vão

A era de um ser
de um espaço,de um vacuo
Em um deus,que tende a crescer

A era apocalí­tica
espaço entre as vidas
A era da palavra
em uma prosa mal falada

A era da origem
de um povo aborigem
A era surreal
em um termo anormal

A era de mostros computadorizados
escravos massacrados
A era desprezivel
em um corpo retratado

A era do espelho
de povos com dentes de coelho
A era de uma fada
de uma alma desfigurada

A passagem de uma era
algo os espera...

A era!



Escrito por digo.freitas às 11h57 AM
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30/11/2006


Codnome

 

 Escrevi uma chaga

desmascarei a cara

Escrevi um decreto

desprendi o incerto

Configurei a Lua

despluguei a balbúrdia

Comedi o acaso

tornei-me sarcástico

Desfigurei a traição

ascendi a chama de Sião

Suicidei terrores

sucitaram amores

Apaguei o Mundo

constitui-me confuso.

Escrito por digo.freitas às 07h29 PM
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